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48- Matta e Silva por Matta e Silva
48- Matta e Silva por Matta e Silva

Matta e Silva por Matta e Silva

 

Rio de Janeiro, 27/06/2017

 

Ah! meus irmãos de fé...o Astral não dá ponto sem nó e conhece o paradeiro de todos, mesmo que não tenham dependurado na porta de suas casas, centros ou tendas uma grande tábua com seus nomes, com seus feitos e direitos que só suas mentes criam, em prejuízo de sua lucidez na realidade do tempo e do espaço...

Como já dito: o real só poderá se conectar com o real...

 

Por conseguinte, convidamos os irmãos de fé a avaliar a seguinte questão: na dúvida sobre certos ângulos da vida mediúnica de Matta e Silva, ou seja: na dúvida, se ele foi de fato praticante do Catimbó, ou se foi praticante ativo de Encantarias, ou de Candomblés, ou ainda se passou por rituais de batismos ou de qualquer tipo de consagração fora do contexto da chamada Raiz de Guiné, eis que o site umabandadobrasil coloca à disposição, o curta metragem produzido por Rogério Sganzeria , “Ritos Populares – Umbanda no Brasil”, onde está contido o seguinte relato de Matta e Silva:

 

“Eu não tinha religião, meu pai e minha família não tinha religião declarada. Não ensinou a os filhos a acreditar em nada. A minha mediunidade manifestou-se através de uma Entidade que se diz preto velho, ele se chama, ele quis se identificar como Pai Guiné D’Angola, é termo africano, de origem afro. Essa Entidade, veio a se manifestar em mim, o que se chama de transe mediúnico. 

 

Eu via entidades indígenas, via entidades africanas. Eu tinha problemas, visões que eu não compreendia. A certa altura dos acontecimentos, que eu morava na rua do Costa, 75, hoje, deve ser um edifício, eu desconhecia tudo isso. Mas, com a chegada dessa Entidade, aqueles fenômenos, aquelas entidades, aqueles espíritos que eu via, desapareceram e, eu, voltei a ter paz.

 

Então, essa Entidade, iniciou uma série de manifestações espirituais, atendendo as pessoas e deixando instruções para mim. ELE PROIBIU QUE EU FOSSE A QUALQUER TIPO DE CENTRO. Até então, eu não compreendia nada, não entendia, e, Ele, daria todas as orientações necessárias para a tarefa que eu havia sido designado pelo Astral. 
Dissera Ele, naquela ocasião, que eu teria em certa altura de minha vida que escrever. Eu tinha naquela ocasião uns 16 anos, hoje, tenho 58. E com isso aprofundei mistérios, conhecimentos muito interessantes a respeito dos sinais riscados da Umbanda (...) Iniciei minha luta na Umbanda que tem mais de 40 anos, com a assistência espiritual e enfrentando naturalmente o impacto da modificação das ideias, do esclarecimento. 

AGORA, CONVÉM FRISAR, QUE EU ME INICIEI NA PARTE MEDIÚNICA DA UMBANDA – PRETO VELHO QUERIA DIZER QUE ERA UMBANDA- SEM TER MESTRE HUMANO. EU NÃO FREQUENTEI TENDA NEM TERREIRO DE NINGUÉM. EU FUI, COMO SE DIZ POR AÍ, NUMA LINGUAGEM INTERNA NOSSA, FEITO POR MIM MESMO. TODAS AS INSTRUÇÕES, TUDO O QUE EU SEI, E A MINHA PRÓPRIA ESCOLA, VEIO ATRAVÉS DE MIM, ATRAVÉS DE MEUS MENTORES ESPIRITUAIS.”

 

Santa Paz

 

Tarso Bastos e Rogério Corrêa