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6ºPostulado(À origem do sexo dos Espíritos)
6ºPostulado(À origem do sexo dos Espíritos)

Cremos e ensinamos que a origem do sexo está na própria natureza vibratória dos seres espirituais, como as afinidades virginais de cada um.

São essas afinidades virginais que, vibradas pelo Espírito, foram plasmando, imprimindo sobre a substância o caráter delas e, progressivamente, consolidando suas tendências de origem, numa dupla manifestação ou definição

Essa dupla manifestação de tendências é irreversível, porque é da própria tônica eternal dominante de cada ser espiritual.

Quando os espíritos buscaram a natureza das coisas queriam defini-las, objetiva-las, materializã-las, procuravam as condições para produzir esses aspectos que Vieram a ser identificados como o amor ou a tendência sexual de cada um , ou o SEXO.

Então, identificamos positivamente que afinidades são atributos intrínsecos dos Espíritos, nasceram neles mesmos, e daí que, ao se definirem e se concretizarem, revelaram aquilo que é do macho e aquilo que é da fêmea.

Fácil, portanto, ao leitor entender por que a Tradição, a Kabala e as obras mais autorizadas do Ocultismo oriental e ocidental ressaltam o eterno masculino e o eterno feminino, no sentido mesmo de fatores irreversíveis.

Tanto assim é que seria absurdo, ilógico, atribuir-se à natureza-matéria ter criado no próprio espírito essa tendência, sabendo-se que ele é de natureza distinta, extrínseca à dela, que não tem faculdades criadoras, provenientes da consciência, inteligência, sentimentos, etc., portanto recebeu tendências nela e não as originou. Os seres espirituais não saíram dela, não tiveram origem nela.

A Doutrina Secreta da Umbanda tem como ponto fechado essa questão: um Espírito foi porque é e será eternamente da linha do Eterno Masculino; outro Espírito é porque foi e será eternamente da linha do Eterno Feminino. São ingênuas ou duvidosas as doutrinas que pregam as reencarnações de um espírito ora como homem, ora como mulher.

Há tão-somente os casos excepcionais de desvio moral, trauma sexual, etc. É o caso particularmente do homossexualismo. Enfim, surgem como taras ou desvios de fundo moral-sexual, porém transitórias. Fatalmente todos se integrarão na linha ou vibração afim, certa.

Essa questão do sexo, estando assim definida, desde a origem de seus fatores, digamos, psíquicos ou anímicos, cremos que o leitor já deve ter compreendido que isso que veio a ser o sexo já existia, em estado latente, na ideação virginal dos espíritos, como suas ditas afinidades e que eles saíram de lá, do Cosmo Espiritual, a fim de concretiza-las noutra parte, provocando, por causa dessa atitude, a Criação do Universo-astral e uma sublei, que denominamos carma-constituído. Vejamos outras considerações.

Tendo assim definido a origem anímica do sexo em duas linhas distintas de afinidades, esse arcano ainda faz revelações sobre a origem física do homem, isso é, de onde veio seu corpo animal.

A nossa doutrina não aceita “as provas” ou as teorias científicas sobre a origem do homem-físico (corpo humano), porque, tendo as mesmas certos fundamentos-científicos, não convencem, porque fogem à lógica fundamental.

De um modo geral a ciência concluiu, ou deduziu, que o ancestral simples e primitivo do homem é oriundo de uma só espécie de matéria muciforme albuminóide, também chamada protoplasma, ou protameba primitiva; seria, portanto, o mesmo que as moneres atuais: organismos sem órgãos, unicelulares.

Depois essas moneres evoluíram, numa seriação, ditas como dos ancestrais-invertebrados, até se consolidarem nos ancestrais-vertebrados, que, por sua vez, deram formação, sucessivamente, aos antropóides, ou homens-macacos, daí a ciência (antropologia) clássica dizer: “o homo-simius” e outros. Assim, poderemos deduzir simplesmente que:

a) o organismo humano (o corpo físico, animal) deve ter sua “origem real” no protoplasma - espécie de matéria ou tecido germinal, que é a que conserva e transmite os caracteres genéticos, através da cromatina do núcleo da célula.

b) essa cromatina do núcleo da célula contém, essencialmente, os gens (ou cromossomos), que são, exclusivamente, gerados pelas gônadas, únicas reprodutoras da célula sexual, e por onde são transmissíveis os denominados caracteres hereditários de uma raça animal, irracional ou racional.

c) e como o ancestral comum do homem, segundo a antropologia, teria sido o homem-macaco, ou o antropóide, teríamos forçosamente de admitir que as gônadas, os gens, os cromossomos desse antropóide tinham que vir se reproduzindo dentro de seus caracteres básicos, até certa altura, quando recebeu “o sopro inteligente, consciente”, isto é, até quando incorporou ou encarnou na espécie o espírito, ou os seres espirituais.

Isso não tem convencido porque até hoje essa mesma ciência procura o “elo perdido”, isto é, a espécie intermediária entre o antropóide e o homem-físico.

Nossa doutrina, ou arcano, como já frisamos, rechaça tais conclusões científicas, porque nesse caso provado das gônadas, da célula sexual reprodutora, dos gens com seus caracteres hereditários, a dita ciência teria de procurar não um ancestral comum para o homem, mas quatro ancestrais comuns, porque quatro são as raças básicas, e, assim, quatro têm que ser, forçosamente, seus padrões genéticos, distintos e transmissíveis.

A ciência não prova que o padrão genético do homem de raça negra, com todos os seus caracteres raciais, é igual ao do homem de raça amarela. A ciência não prova que os cromossomos do homem da raça branca são iguais aos do homem da raça negra, isto é, não prova o porquê ou a razão da natureza essencial dos gens de cada tipo racial puro conservarem sempre os caracteres físicos - cor da epiderme, cabelos, olhos, conformações próprias, etc. - através da reprodução da mesma espécie, sem alterações básicas, ou melhor, com aquelas qualidades próprias.

Se não houver mistura de gens, entre um homem de raça amarela e uma mulher de raça branca ou negra, o padrão genético de um ou do outro não se altera em suas linhas básicas qualitativas. A mistura ou a mescla de padrões raciais básicos foi que produziu as sub-raças ou os chamados caldeamentos.

Veja-se simplesmente que quando um homem do puro padrão genético ou racial negro junta seus cromossomos com os de uma mulher do puro padrão racial branco, o que produzem, Via de regra? O mulato, ou moreno; notando-se mais que um filho pode trazer mais características do pai que da mãe, e vice-versa, ou seja, ainda, um pode sair com cabelo bom e epiderme mais clara, ou mais escuro e de cabelo ruim, prevalecendo, portanto, a força de um dos padrões genéticos básicos.

Essas considerações simples são aqui feitas para definirmos que, sendo essencialmente, basicamente, quatro os padrões raciais ou genéticos, quais seriam os quatro antropóides ancestrais e com padrões geneticos distintos, e em diferentes regiões do planeta, perpetuadores de seus caracteres, se a ciência apenas procurou um ancestral comum ? E ainda mais explicitamente: qual teria sido o ancestral antropóide cujo padrão genético e distinto se perpetuou na raça ,amarela ? E nas raças negra, branca, Vermelha?

E ainda mais explícita e profundamente: se os gens, como partes integrantes dos cromossomos, têm propriedades de reprodução natural e, por isso, são os que transmitem os caracteres hereditários e distintos de cada padrão racial, e ainda sendo originários do protoplasma, quantos protoplasmas a ciência teria que classificar, se essa distinção da natureza íntima ou essencial de cada um desses padrões raciais está visível em cada uma dessas quatro raças básicas da humanidade, sabendo-se que a mesma ciência, estudando o ,número de células sexuais ou cromossomos das espécies animais irracionais, verificou que variavam em quantidade? E tanto é que a cobaia e o rato têm 16 cromossomos; a rã 24; o pombo 16; a galinha 18; o boi 37 ou 38; e o “bicho homem” varia de 45 a 48, segundo modernos estudos.

Ora, verificando-se ou entendendo-se claramente que essas quantidades são fundamentais e próprias de cada espécie animal, deixemos para a própria ciência oficiosa ou profana descobrir o porquê real dessas distinções e dessas Variações de quantidade em cada espécie animal, porque não tem coerência científica se não identificarem também os quatro ancestrais antropóides, e todos com o mesmo número de células sexuais ou cromossomos - iguais ao do homem - isto é, de 45 a 48.

Assim, entremos com o conceito de nossa doutrina a respeito desse magno problema. Como já dissemos nos Postulados anteriores, os chamados “fluidos cósmicos”, ou universais, foram efeito daquela coordenação do Poder Criador, Operante, Divino, sobre a substância-etérica, gerando o 4º estado, que, por sua vez, consolidara-se nos ditos quatro elementos da natureza: os ígneos, os aéreos, os aquosos, os sólidos, em cujas naturezas essenciais dominavam, respectivamente, o oxigênio, o azoto, o hidrogênio e o carbônio.

Então, queremos que o leitor entenda que esses quatro elementos da natureza física têm íntima relação com os citados padrões genéticos e, naturalmente, com o surgimento das quatro raças básicas da humanidade.

O Arcano nos revela que o protoplasma das espécies animais irracionais não têm a mesma fonte que o da espécie humana. O plasma germinal do organismo humano foi uma ação técnica das Hierarquias e originou-se da especial consolidação etérica e incisiva do elemento ígneo com o seu radical - o oxigênio, surgindo assim um a “plasma astral”, ou uma matéria orgânica astral, que deu formação gradual, progressiva, a um corpo astral, a princípio etérico, depois semidenso, denso, rude, sem contornos particulares, condição que foi alcançando com a respectiva consolidação futura. Dentro desse conceito metafísico, a primeira raça que surgiu foi a Vermelha.¹

Depois e ainda dentro desse prisma, pela respectiva atuação desses outros elementos - azoto, hidrogênio, carbônio - é que foram surgindo as demais raças: negra, amarela, branca, com seus padrões genéticos próprios e relacionados com essas ditas atuações mesológicas ou climatéricas, isto é, uma aclimatação progressiva do quente para o frio, com suas duas condições intermediárias (o que veio a definir-se como as quatro estações do ano), estritamente relacionadas assim, e ainda por causa da conexão com seus outros padrões anímicos, cármicos e morais, isto é, sujeitos à disciplina da Lei Divina, imposta de acordo com seus graus de rebeldia, quanto ao uso que fizeram do livre arbítrio.

Fusões, caldeamentos, sub-raças ou ramos não são padrões básicos - é a mescla, que objetiva um padrão único, homogêneo, a fim de extinguir o preconceito racial, o orgulho de raça, etc., para se alcançar o arquétipo físico, ou seja, a purificação biológica ou orgânica, porque, vamos convir, o nosso atual corpo físico, por mais maravilhoso que nos pareça, ainda carrega dentro de si detritos, fezes, vermes, pus, etc.

E eis por que na Bíblia (citamos sempre essa obra porque a mentalidade ocidental está muito arraigada a ela como "livro divino, de revelação", muito embora contendo algumas verdades, no mais conta apenas a história religiosa, social, moral, etc. dos hebreus ou do povo de Israel, por sinal história não muito limpa) na parte do Gênesis Moisés figurou essas verdades do Arcano Maior quando simbolizou essas quatro raças como os quatro rios que corriam para os quatro pontos cardeais da Terra, e ainda os denominou fluidos, com os seguintes nomes: Phishon, Gihon, Hiddekel e Prath.

Moisés, assim, baseou-se naturalmente na ciência dos Patriarcas, ensinada por Jetro, guardião da verdadeira Tradição, e disse mais, que Adão, isto é, a primeira humanidade, "foi feito de barro"- e o barro, todos sabem, é de cor vermelha. Esse conceito da origem do homem no barro vermelho também era professado na antiga Babilônia.

No túmulo de Sethi I foram pintadas essas quatro raças, pela ordem da cor inerente a cada uma e com os nomes, ou seja: a vermelha é Rot (seriam os Rutas da história); a negra é Halasiu; a amarela é Amu; a branca é Tamahu.

Assim, cremos ter definido, nesse Postulado de nossa Doutrina Secreta, a origem do sexo, da raça, e de seus padrões genéticos básicos, concluindo que não deve ter existido um protoplasma ou um tecido germinal comum a essas quatro raças.

Certos atributos do corpo físico ou do organismo humano que a ciência julgou ter encontrado em outras espécies animais, como macaco, o peixe, etc., são devidos, ou melhor, têm suas origens nas injunções da natureza vital do planeta Terra, obedientes à lei da gravidade que regula o equilíbrio desses organismos, facultando-Ihes as condições de sobrevivência nos elementos que lhes são próprios, como a água, o ar, a terra: o peixe tem cauda e barbatanas, os pássaros têm duas pernas, duas asas e cauda, os bichos de pêlo têin quatro pernas ou duas e dois braços e cauda.

Diz Giebel (e outros) que "no princípio da vida embrionária, quando o embrião se compõe apenas do sulco primitivo e da corda dorsal, a mais minuciosa observação é absolutamente incapaz de distinguir a individualidade humana de qualquer vertebrado, de um mamífero ou de uma ave, de um lagarto ou de uma carpa".

E então? A ciência não sabe, a observação não distingue, mas essa distinção é patente, quando de embrião passa a feto e daí à luz física, como produto de sua espécie, pois logo o que é de pêlo, é pêlo, o que é de pena, é pena, o que é branco é branco, e o que é preto é preto. Os seus caracteres genéticos de origem ali estão, distinguindo a sua hereditariedade, a sua ancestralidade.

1 A raça vermelha padrão está praticamente desaparecida. Remanescentes dela ainda podenl ser identificados, quer nos índios peles-vermelhas da América do Norte, quer também nos nossos aborigines, através desse tipo primitivo que o General Couto de Magalhães tão bem estudou e definiu em sua obra O Selvagem (edição 1913) desde 1876 como Abaúna, para diferençá-la do outro tipo que considerou erupção (mestiço) com o elemento branco e que denominou Abaju. Divina, imposta de acordo com seus graus de rebeldia, quanto ao uso que fizeram do livre arbítrio. Como Abaúna apontou o índio de raça pura, da cor do cobre, tirando para a escuro, da qual são tipos, conforme ele mesmo observou diretamente, o índio Guaicuru, em Mato Grosso, o índio Xavante, em Goiás, e o índio Mundurucu, no Pará.